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Poupar água em casa

Alguns conselhos sobre como poupar água:

 

Torneiras:

As torneiras são os dispositivos de consumo de água mais comuns numa habitação. Existem no mínimo 3 a 5 torneiras distribuídas pela cozinha e casas de banho.

Em termos médios, estima-se que as torneiras representem cerca de 16% do consumo na habitação. Os principais factores que influenciam o consumo associado às torneiras são o caudal, a duração da utilização e o número de utilizações por dia.

Redução do consumo de água nas torneiras

A redução do consumo de água nas torneiras está associada a uma diminuição das descargas de águas residuais e do consumo de energia resultante do uso de água quente.

Reduzindo o tempo em que a torneira está aberta (fazendo uma utilização mais rápida ou fechando a torneira enquanto se ensaboa, barbeia, lava a loiça, etc.), estima-se uma poupança potencial que pode ir até cerca de 50%.
A utilização de dispositivos redutores de caudal nas torneiras permite a diminuição dos consumos de água, associados a esta fonte de consumo, em média 50%.



Esquema de funcionamento de um redutor de caudal (Fonte: Ecofree)
 
Conselhos para a redução dos consumos nas torneiras

Medidas para redução de consumos nas torneiras da casa de banho:

- Minimização da utilização de água corrente para escovar os dentes (com uso de copo ou fechando a torneira durante a escovagem); para fazer a barba (com água no lavatório ou com utilização alternativa de máquina eléctrica) ou lavar as mãos;

- Verificação do fecho correcto das torneiras após o uso, não as deixando a correr ou a pingar;

- Utilização de água de lavagens, enxaguamento de roupa ou de duches (com pouco detergente) para outros usos, como sejam lavagens na casa, a rega de plantas (por períodos limitados) e também para encher autoclismos, desligando previamente as torneiras;

- Sempre que for necessária a substituição de uma torneira, optar por um modelo com menor caudal;

- Utilização de dispositivos mais eficientes de modo a diminuir o consumo por utilização; entre os diferentes mecanismos existentes destacam-se as torneiras com maior ângulo de abertura do manípulo, redutor de caudal, dispositivo arejador, dispositivo pulverizador, fecho automático ou torneiras com comando electrónico.
 
Medidas para redução de consumos nas torneiras da cozinha:

- Minimização da utilização de água corrente para lavar ou descongelar alimentos (com utilização alternativa de alguidar), para lavagem de loiça ou roupa (com alguidar), ou lavagem das mãos;

- Verificação do fecho correcto das torneiras após o uso, não as deixando a correr ou a pingar;

- Utilização da menor quantidade de água possível para cozinhar os alimentos, usando em alternativa o vapor, o microondas ou a panela de pressão;

- Utilização de alguma água de lavagens, enxaguamento de roupa ou louça (com pouco detergente) para outros usos, como sejam lavagens na casa, a rega de plantas (por períodos limitados) e também para encher autoclismos, desligando previamente as torneiras;

- Utilização da água de cozer vegetais para confeccionar sopas ou para cozer outros vegetais (no frigorífico dura vários dias);

- Sempre que for necessária a substituição de uma torneira, optar por um modelo com menor caudal;

- Utilização de dispositivos mais eficientes de modo a diminuir o consumo por utilização. Entre os diferentes mecanismos existentes destacam-se as torneiras com maior ângulo de abertura do manípulo, redutor de caudal, dispositivo arejador, dispositivo pulverizador, fecho automático ou torneiras com comando electrónico.

Fontes:
Guia Técnico 08 do IRAR/ERSAR (2006)
Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (2001)

Chuveiro:

A maioria das habitações portuguesas possui pelo menos um chuveiro e uma banheira. Os banhos e duches são usos bastantes significativos na habitação, representando cerca de 39% do consumo médio diário. Neste âmbito, existe um potencial de poupança significativo aplicando medidas que reduzam o volume gasto em cada utilização, sem diminuir o conforto do utilizador.

Os principais factores que influenciam o consumo associado ao duche são o caudal do chuveiro, a duração do duche e o número de duches por dia.

O caudal do chuveiro depende da pressão da água à chegada ao dispositivo e do equipamento utilizado para aquecer a água (esquentador, termoacumulador ou caldeira mural). O caudal de água quente é frequentemente inferior ao de água fria, para o mesmo grau de abertura da torneira, devido a limitação do débito do sistema de aquecimento de água. Vários modelos de esquentador comuns têm caudais entre 10 e 11 litros. Assim, é necessário considerar a compatibilidade entre um chuveiro de baixo consumo e o sistema de aquecimento da água, que deve funcionar mesmo para caudais baixos, sob pena de ser afectado o desempenho do sistema e o conforto do utilizador.

Consumos

Admitindo que o utilizador demora em média 10 minutos no duche, a redução da duração de água corrente para 5 minutos, fechando a torneira enquanto se ensaboa ou reduzindo o tempo do duche, permite uma poupança potencial de 40 m3/ano, ou seja, 192.000.000 m3/ano no país. (apenas no que respeita aos utilizadores domésticos). Esse cenário corresponderia a uma eficiência potencial de 50%.
 
Redução do consumo de água nos chuveiros

Os consumos de água na utilização de chuveiros podem ser reduzidos pela instalação de redutores de caudal ou pela substituição do chuveiro. A opção por dispositivos mais económicos pode permitir reduções de consumo na ordem dos 50%, a diminuição das descargas de águas residuais e também do consumo de energia associado ao aquecimento de água.
 

 

Chuveiro com redução de caudal                  Esquema de funcionamento de um redutor de caudal (Fonte: Ecofree)

Conselhos para a redução dos consumos nos chuveiros

•    Utilização preferencial do duche em alternativa ao banho de imersão;
•    Preferência por duches curtos, com um período de água corrente não superior a 5 minutos;
•    Fecho da água do duche durante o período de ensaboamento;
•    Em caso de opção pelo banho, utilização de apenas 1/3 do nível máximo da banheira.
•    Adopção de um modelo com menor caudal sempre que for necessária a substituição de um chuveiro;
•    Utilização de torneiras misturadoras, monocomando ou termoestáticas, que permitem também diminuir o consumo por utilização pois reduzem o desperdício até a água ter a temperatura desejada (por eliminação do tempo de regulação da temperatura e facilidade de abertura e fecho).
•    Adaptação de dispositivos convencionais através da instalação de um arejador, redutor de pressão (anilha ou válvula) ou válvula de seccionamento.

Fontes:
Guia Técnico 08 do IRAR/ERSAR (2006)
Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (2001)

Autoclismo:

Na utilização doméstica de água, as descargas de autoclismos representam uma grande fatia do consumo total (31%).

Os gastos de água com o autoclismo derivam não só das descargas associadas às necessidades fisiológicas mas também de uma utilização inadequada, como sejam as descargas de resíduos sólidos na sanita ou fugas devido à estanquidade deficiente do aparelho.

Conselhos para redução de consumo no autoclismo

A redução do volume de descarga do autoclismo é indicada como uma das medidas mais eficientes, sendo em muitos casos implementados programas de substituição alargada de autoclismos.
 

Substituição do autoclismo

Os autoclismos tradicionais têm capacidades que podem variar entre os 7 litros e os 15 litros por descarga. A utilização de autoclismos com descargas de 6 litros tem a sua eficiência provada em diversos países. Sendo as descargas de autoclismo um dos usos mais significativos na habitação, a utilização de autoclismos com descarga de 6 litros em vez dos tradicionais 10 litros ou mais levará a reduções significativas.

Na escolha do novo autoclismo deve-se ter em consideração se estes possuem sistema de dupla descarga, com volumes por descarga de 6 litros e com descarga mínima de 3 litros. Estes aparelhos funcionam de forma adequada especialmente se associados a uma sanita também desenhada para maximizar a limpeza e que arraste com esses volumes de água.

Redução do volume de descarga

A redução do volume por descarga num autoclismo existente também pode ser obtida colocando um objecto ou barreira no reservatório (garrafa de água de 1.5 litros) que reduza o volume de armazenamento activo. Deverá, contudo, evitar-se o uso de objectos que deteriorem ou impeçam o funcionamento dos mecanismos

Adequar o uso do autoclismo

•    Utilizar a descarga de menor volume ou a interrupção da descarga para usos que não justifiquem a descarga total;
•    Colocar os lixos num balde apropriado para esse fim, evitando assim deitá-los na bacia de retrete, bem como a descarga associada.
 
Sanitas sem uso de água

A adopção deste tipo de instalação (sanitas sem uso de água) permite reduzir significativamente o consumo de água na habitação, não sendo preconizada para aglomerados urbanos mas apenas para casas isoladas ou pequenos aglomerados rurais.

As tecnologias alternativas podem ser divididas em quatro categorias principais: sanita com compostagem, com incineração, por vácuo ou químicas. Alguns sistemas propõem ainda a separação da urina para posterior armazenamento, tratamento e utilização como fertilizante. Este tipo de soluções tem sido estudado no âmbito da procura de alternativas mais sustentáveis para as águas residuais urbanas.
Apesar de reduzir significativamente o consumo, esta medida só é viável em casos particulares e requer uma manutenção adequada.

Em termos ambientais, esta solução apresenta benefícios evidentes ao nível da redução de volumes de água e de água residual, não tendo inconvenientes. Caso não sejam seguidos os procedimentos adequados na sua operação e manutenção, poderão haver alguns riscos para a saúde dos utilizadores.
 
Fontes:
Guia Técnico 08 do IRAR/ERSAR (2006)
Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (2001)

Rotulagem

Uma das acções propostas no Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (Resolução do Conselho de Ministros nº 113/2005 begin_of_the_skype_highlighting              113/2005      end_of_the_skype_highlighting, de 30/6) foi a rotulagem dos dispositivos de utilização prediais (autoclismos, chuveiros, etc.), no sentido de disponibilizar aos consumidores o conhecimento da sua eficiência hídrica. Propõe-se também que esta medida venha a ter carácter obrigatório, após um período de transição.

A Associação Nacional para a Qualidade nas Instalações Prediais (ANQIP), que engloba empresas, universidades, entidades gestoras e técnicos do sector, tomou a iniciativa de promover a implementação de um processo voluntário de rotulagem (Certificação Hídrica) em Portugal. Este processo iniciou-se com os autoclismos. No entanto, está previsto um alargamento a outros dispositivos, como chuveiros e torneiras. Numa segunda fase, este sistema será alargado às instalações hidráulicas e sanitárias.

A partir de 15 de Novembro de 2008, os autoclismos das empresas aderentes à certificação e rotulagem de eficiência hídrica passaram a apresentar uma classificação, semelhante à classificação de eficiência energética dos electrodomésticos. A rotulagem varia entre o A++ (o mais eficiente) ao E, permitindo ao consumidor distinguir estes equipamentos de acordo com o seu consumo de água.

Os dispositivos com classe de eficiência hídrica mais elevada (A+ e A++) terão de ter uma indicação obrigatória no rótulo com um aviso relativo à exigência de performance do equipamento. Este facto deve-se à necessidade da adequação do sistema predial (por exemplo, ângulo do cano) ao volume de escoamento.

Pode consultar a lista de produtos certificados em http://www.anqip.pt/Produtoscertificados.htm

Máquinas de lavar roupa e louça:

A utilização das máquinas de lavar roupa e loiça é responsável por 10% do consumo de água de uma habitação. A redução do consumo de água nestes equipamentos está directamente ligada à alteração da forma como estes são utilizados.
 
Máquinas de lavar roupa
 
 
As máquinas domésticas de lavar roupa são hoje em dia equipamentos de utilização generalizada, estimando-se que cerca de 80% de um total de cerca de 5.000.000 de habitações existentes em Portugal possuem este equipamento.
Este electrodoméstico tem tido uma evolução rápida em termos de redução dos consumos na lavagem. Os modelos de máquina de lavar actualmente em uso têm consumos de água muito variáveis, entre 35 e 75 litros por lavagem, podendo admitir-se um valor médio de 55 litros por lavagem em geral, para uma capacidade de carga de 5 kg de roupa de algodão. Estes equipamentos têm em geral uma vida útil entre 8 e 16 anos, dependendo principalmente da sua qualidade e da frequência de utilização.

Diversos factores influenciam o volume utilizado em cada lavagem, como sejam as características da máquina de lavar (tipo, idade e programas disponíveis), a carga de roupa colocada em cada lavagem e o tipo e a quantidade de detergente utilizado. Relativamente a este último aspecto, a utilização inadequada de detergente pode levar ao aumento do consumo na lavagem devido à formação excessiva de espuma.
 
Utilização de máquinas de lavar roupa de forma mais adequada

Uma utilização adequada consiste em minimizar o número de lavagens e o consumo de água em cada uma através da alteração de comportamentos. As sugestões para melhorar a eficiência são as seguintes:
•    Consulta das instruções do equipamento, particularmente no que se refere às recomendações relativas aos consumos de água, energia e detergente;
•    Utilização da máquina apenas com carga completa;
•    Não utilização de programas com ciclos desnecessários;
•    Selecção dos programas económicos, conducentes a menor consumo de água;
•    Regulação da máquina para a carga a utilizar e para o nível de água mínimo, se possuir regulador para esse fim;
•    Não proceder à lavagem de roupa que ainda não necessite de tal.

Os beneficiários directos desta medida são os utilizadores. Estas medidas conduzem à redução do número de utilizações e, consequentemente, do consumo de água e descargas de águas residuais associadas. Uma vantagem adicional é ainda a redução do consumo de energia.
 
Potencial de redução

Uma máquina de lavar que não esteja totalmente cheia (80% da sua capacidade) terá um consumo de água superior ao necessário para a roupa que vai lavar. Se a máquina lavar na sua capacidade máxima isto significa uma poupança potencial de 1,8 m3/ano/habitação (apenas no que respeita aos utilizadores domésticos). Este valor corresponde a uma melhoria de 16% na utilização da água.
Actualmente existem máquinas que fazem a pesagem da roupa para evitar que seja consumida mais água do que é necessário

Máquinas de lavar loiça
 

Os modelos domésticos de máquinas de lavar loiça actualmente em uso apresentam consumos de água entre 12 e 24 litros por lavagem. A utiulização deste tipo de dispositivo é responsável por cerca de 2% do consumo total de uma habitação. Estes equipamentos têm em geral uma vida útil entre 8 a 16 anos, dependendo principalmente da sua qualidade e da frequência de utilização.
 
 
Procedimentos para uma utilização mais eficiente de máquinas de lavar loiça

Consiste em utilizar a máquina de lavar loiça de modo a minimizar o número de utilizações e o consumo de água em cada utilização pela alteração de comportamentos. Sugestões para melhorar a eficiência incluem:
- Cumprimento das instruções do equipamento, particularmente as recomendações relativas aos consumos de água, energia e aditivos (detergente, sal e abrilhantador);
- Utilização da capacidade total de carga sempre que possível;
- Minimização do enxaguamento da loiça antes de a colocar na máquina;
- Não utilização de programas com ciclos desnecessários;
- Selecção de programas conducentes a um menor consumo de água;
- Regulação da máquina para a carga a utilizar e para o mínimo nível de água, se possuir regulador para esse fim;
- Lavagem de loiça na máquina em vez de a lavar à mão;
- Limpeza regular dos filtros e remoção de depósitos.
 
Potencial de redução

Se em vez de lavar a loiça todos os dias com meia carga, o utilizador passar a lavar em dias alternados com carga total, terá uma poupança potencial de 3,3 m3/ano/habitação, resultando numa eficiência potencial até 50%.
Fontes:
Guia Técnico 08 do IRAR/ERSAR (2006)
Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (2001)
 
Imagens: www.topten.pt
Outros conselhos:

Casa-de-banho:


- Não deitar lixo para a sanita, evitando descargas de água desnecessárias.
- Manter o autoclismo sem fugas: uma fuga no autoclismo pode representar um desperdício de cerca de 400 litros por dia (80 garrafões). Um teste simples para verificar se tem uma fuga no autoclismo consiste em colocar corante alimentar (por exemplo anilina, que encontra facilmente nos supermercados) no depósito do autoclismo e aguardar 10 a 15 minutos. Se começar a aparecer água colorida na sanita significa que o autoclismo tem fugas.
- Ao adquirir autoclismo tenha em consideração a etiqueta de eficiência hídrica.

Duche:

- Utilizar um garrafão na casa de banho para aproveitar a água que sai do chuveiro enquanto não aquece. Esta água pode depois ser utilizada para limpezas, rega ou em substituição da água do autoclismo.
- Instalar chuveiros economizadores, que podem alcançar uma redução de consumo de cerca de 40%.
- Substituir os banhos de imersão por duches rápidos, com cinco minutos de água corrente, fechando a torneira enquanto se ensaboa.

Torneira do lavatório:

A torneira do lavatório é muito utilizada e, embora seja em tempos curtos, a sua constante utilização faz com que seja das torneiras a que temos de prestar mais atenção. Assim deve:

- Lavar as mãos de forma rápida, expedita, sem abrir a torneira no máximo;
- Fechar a torneira ao escovar os dentes. Em alternativa pode utilizar um copo para lavar os dentes, que também ajuda a diminuir o consumo de água nesta tarefa;
- Fechar a torneira ao fazer a barba.

Se seguir as recomendações indicadas anteriormente e instalar redutores de caudal poderá reduzir o consumo de água em cerca de 85%.

Cozinha:

- Utilizar as máquinas de lavar roupa e lavar loiça apenas quando estiverem com a carga completa.
- Se tiver máquina de lavar loiça, é preferível utilizá-la na carga máxima do que lavar loiça à mão.

Torneira do lava-loiça:

- Utilizar um alguidar no lava-loiça durante a lavagem de fruta, hortaliças ou legumes, de forma a utilizar a água destas acções para rega ou como substituição do autoclismo.

Lavagem de loiça à mão:

- Se utilizar a máquina de lavar, com carga completa, em vez de lavar loiça à mão, reduzirá o consumo de água em cerca de 30%, o equivalente a 43 garrafões de 5 litros por mês. Se necessitar de lavar alguma loiça à mão, lave enchendo o lava-loiça. Esta opção permite reduzir o consumo em cerca de 34%.

Cortesia: Quercus – Ecocasa - http://www.ecocasa.pt/agua.php


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